terça-feira, 4 de março de 2008

onde está waly?

Encucado, quase sempre, com o que pode ser um narrar atento ao diverso e ao complexo, me deparo, um dia, com um trecho do Waly Salomão:

"Polinizações cruzadas entre o lido e o vivido. Entre a espontaneidade coloquial e o estranhamento pensado. Entre a confissão e o jogo. Entre o vivenciado e o inventado. Entre o propósito e o instinto. Entre a demiúrgica lábia e as camadas, superpostas, do refletido. Imbróglio d'álgebra e jogo de azar."

Fiquei achando que o poeta, se não disse tudo, disse, no mínimo, muito! Onde estão os walys?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

dúvida

Por que é que para me guiar eu preciso encontrar o "meu norte" e não o meu sul? Não poderíamos perguntar: qual é o eixo que te suleia? Ou, melhor ainda: qual é o pente que te penteia?

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Salve!




Nem muda nem sai de cima. Imprensa que eu gamo. Pierrot da madrugada dos embaixadores da folia. Simpatia é quase amor. Xupa, mas não baba. Suvaco do Cristo. Tá pirando, pirado, pirou. Escravos da Mauá. Carmelitas. Vem ni mim que eu sou facinha. Azeitona sem caroço. Concentra mas não sai. Cordão da Bola Preta. Devassos da Cardeal. Empurra que pega. Se não quer me dar, me empresta. Cachorro cansado. Cordão do Boitatá. Se melhorar, afunda. Me beija que sou cineasta.

O dia foi ontem, mas como o tempo corre mais que a gente, a homenagem vai hoje mesmo:
SALVE SÃO SEBASTIÃO! SALVE O RIO DE JANEIRO!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

exu[b]errâncias



É preciso estar atento ao [b]erro de Zé Celso!!! Se não é Bexiga, são os sertões!! E o sertão, já nos disse Rosa, está em toda parte!!! (Euclydes já sabia disso?)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

"play"

"onde será que isso começa"?

os vários (e que venham muitos!) 15 de janeiros que atravesso passam agora a ser marcados por outros inícios. são outros erros e outros acertos que opto por acolher na condição de errante!

é esta a "correnteza sem paragem"! chego aos (b)erros!!!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Onde será que isso começa
A correnteza sem paragem
O viajar de uma viagem
A outra viagem que não cessa
Caetano Veloso